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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Quando a exposição na internet passa do limite

Quando a exposição na internet passa do limite

Conheça os riscos do excesso de publicações nas redes sociais e aprenda a usá-las de forma consciente

Você é uma daquelas pessoas que publicam toda ação que realiza em seu dia nas redes sociais? Faz postagens sobre cada passo ou divulga muitas imagens pessoais? Talvez sua resposta seja não, mas certamente você conhece alguém que costuma expor a vida inteira (ou quase) na internet, muitas vezes até de forma ingênua. 
Publicar tudo o que acontece na sua rotina pode trazer prejuízos para o relacionamento, o trabalho e a integridade física. Isso porque atualmente existem cada vez mais bandidos especializados em criar dossiês por meio de páginas dos usuários nas redes sociais. Pessoas mal-intencionadas conseguem saber os lugares que você costuma frequentar, seus planos para o fim de semana, dados sobre sua família, entre outras informações que colocam sua segurança em risco.
Não é de hoje que o excesso de exposição na internet envolve crianças, jovens e adolescentes. Em 2010, por exemplo, uma quadrilha sequestrou uma jovem de 19 anos em Ilha Comprida, no litoral sul paulista, depois de observar fotos, veículos pessoais, passeios que fazia e outros sinais que indicavam sua condição financeira. Tudo serviu de informação para os bandidos que planejaram o crime. 
Um caso parecido aconteceu em junho de 2014, quando um menino de 9 anos, filho de um casal de empresários de Ilhota, em Santa Catarina, também foi sequestrado. A história repercutiu na imprensa quando um dos criminosos admitiu publicamente a facilidade de saber da rotina da criança por meio do seu perfil no Facebook. Apesar da pouca idade, ele mantinha uma página em seu nome, que mostrava desde a escola onde estudava até imagens dos bens que a família possuía.
Com casos desse tipo acontecendo o tempo todo, por que muitos continuam se expondo nas redes sociais como se colocassem suas vidas em um outdoor? E como saber o limite dessa exposição? Não há uma fórmula, mas a advogada Adriana de Moraes Cansian, especialista em direito digital e eletrônico, diz que o limite é o mesmo da vida real. “Todos os valores que orientam uma pessoa devem ser levados para o universo digital. Por exemplo, se você não conta detalhes da sua vida pessoal para um estranho, por que fazer isso na internet, sendo que alguém que você nunca viu vai acabar lendo?”, indaga.
O que motiva esse comportamento?
Durante a navegação na internet, o usuário fica em um processo de imersão, como se estivesse em um sonho. Com isso, acaba expressando desejos que na vida pessoal pensaria muitas vezes antes de demonstrar. O professor Nelson Pedro Silva, docente de psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), destaca que não há pesquisas científicas que indiquem as características de quem se expõe demais na internet, mas é possível observar que a maioria aprendeu a se relacionar com o mundo de forma virtual. “Contudo, a intenção dessa pessoa não é buscar a problematização de sua vida, o autoconhecimento, mas a confirmação de suas convicções e ser objeto do olhar alheio”, explica.
O psiquiatra Eduardo Guedes, diretor do Instituto Delete, órgão vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), esclarece que falar de si próprio gera um prazer equivalente ao de se alimentar, ganhar dinheiro, dormir ou se relacionar sexualmente. “Em uma conversa formal, as pessoas falam de si cerca de 30% do tempo, enquanto nas redes sociais este índice sobe para 90%, com possibilidade de um feedback imediato. Isso gera inconscientemente uma sensação de prazer instantâneo, mas não sustentável”, declara.
Para os especialistas, a vida virtual é diferente da real. Nas redes sociais não importa quem você é e o que faz, mas o que representa para o mundo com suas postagens. “Por isso, quem se expõe em excesso não leva em conta o quanto isso pode lhe prejudicar mais do que quem não age dessa forma. Ele acha que as consequências serão para todos, mas, na verdade, serão proporcionais à sua exposição”, completa Nelson.
Relacionamento afetado
O abuso de publicações na internet também pode prejudicar relacionamentos. “Há estudos que mostram que o ciúme é o principal motivo dos desentendimentos, seguido de atualização de status, compartilhamento de fotos, buscas do perfil do ex-companheiro, exposição da vida íntima e ostentação dos bens”, detalha a pedagoga e coach em relacionamentos Sheila Chamecki Rigler, da Par Ideal.
Ela ressalta que é importante que o casal chegue a um consenso quanto ao uso das redes sociais. “Quando for publicar fotos, o outro sempre deve ser consultado. Não faça postagens que envergonhem o companheiro, declarações sobre momentos íntimos e discussões que tiveram”, exemplifica.
A empresária Marilia Rosa Alves, de 31 anos, administra seu perfil nas redes sociais de forma consciente. Ela e o marido respeitam o que cada um divulga, mas dentro dos limites. Apesar de hoje ser comedida em suas postagens, ela conta que nem sempre foi assim. Há muitos anos desativou sua conta pessoal no antigo Orkut porque estava muito dependente de suas publicações. “Naquela época, achei melhor não ter mais rede social, para não expor demais a minha vida.”
Porém, o ex-namorado, que não ligava para sua imagem pessoal, publicava imagens do relacionamento com ela, além de declarações e sinais de que estava namorando outra pessoa ao mesmo tempo. A verdade veio à tona quando Marilia acessou a página pessoal dele por meio do perfil de uma amiga. “Descobri que ele me traía e terminamos tudo.”
A lembrança ficou para trás, mas o fato de ter visto a traição do ex-namorado exposta na rede social para todo mundo ver lhe deixou uma lição. “Antes disso escrevia mais sobre minha vida, gastava muito tempo com coisas que nada me acrescentavam. Hoje mantenho meu perfil na rede social, mas avalio antes de compartilhar, porque sei como isso é ruim”, explica.

Emprego ameaçado
Atualmente, recrutadores de empresas fazem uso das redes sociais para contratar ou dispensar os serviços de determinados candidatos. Rafael Luis Martins, de 28 anos, conta que o mau uso do Facebook lhe trouxe problemas na área profissional. Ele costumava publicar todas as atividades diárias, inclusive postagens que mostravam o fato de estar desempregado. Após uma seleção, soube que o avaliador havia obtido informações nas redes para complementar a entrevista e não o aprovou. “Eu publicava imagens sem conteúdo e de tudo o que fazia. Penso que eles entenderam que eu era uma pessoa que não estava interessada, mas não era isso o que eu queria demonstrar.”
Até possíveis demissões podem acontecer em razão das postagens. Meses depois, Rafael quase passou pelo mesmo problema: ao mesmo tempo que trabalhava em uma loja em um shopping, ele permanecia conectado ao celular, publicando declarações sobre suas atividades. Dias depois, recebeu uma advertência por causa do comportamento. “Eu fazia as postagens enquanto trabalhava, mas, como era com atendimento ao público, isso atrapalhava as minhas vendas”.
Atualmente, ele se considera consciente quando faz suas publicações. “Marcar tudo o que você faz ou deixa de fazer na internet realmente não acrescenta nada e pode estragar seus planos.”
A coach Sheila Rigler informa que não se deve usar as redes para criticar, reclamar ou fazer comentários abusivos relacionados ao trabalho. “Lembre-se de que esse ato é permanente e cheio de riscos, por isso, é preciso uma dose extra de atenção.”
Uso com moderação
É importante pensar se o seu comportamento virtual está sendo igual ao da vida particular e se o que pretende divulgar é de fato aquilo que gostaria que as pessoas soubessem sobre você. “Aquilo que divulgamos nunca desaparecerá por completo da internet e até quem não conhecemos verá nossas publicações”, ressalta a advogada Adriana Moraes.
Isso não significa que a partir de agora você deve ter um comportamento censurado na internet. Pelo contrário, é preciso prezar pela liberdade individual, mas estar consciente de que sua exposição pode trazer também malefícios. “A pessoa não deve ser culpada por essa exposição, mas, como as consequências são pessoais, podem ser evitadas para não serem prejudiciais”, justifica o professor Nelson Pedro.
Portanto, evite postar imagens e publicações que indiquem sinais particulares de sua vida pessoal e de sua família. Revise também sua privacidade na rede social, alterando a configuração para que apenas amigos acessem a sua página. Claro que isso não é suficiente e é preciso que você filtre tudo o que deseja compartilhar. Mas ao ter bem definido o que pode se tornar público e o que deve ser restrito à intimidade você irá usar as redes sociais com equilíbrio e não como se sua vida fosse um reality show.
 Cartilha de segurança 
Com o objetivo de preparar a população para o uso adequado das redes sociais, a Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) lançou a cartilha “Recomendações e boas práticas para o uso seguro das redes sociais por toda a família”.
A publicação traz dicas importantes para evitar comportamentos inadequados, demonstra como configurar todas as redes sociais e trata também da liberdade de expressão. Em dicas de segurança, há informações de como bandidos se utilizam dos meios eletrônicos para promover ações criminosas e o que você pode fazer para usar o perfil de forma consciente. De acordo com a OAB-SP, a cartilha será propagada eletronicamente para escolas, empresas e demais instituições, com o objetivo de chegar ao conhecimento de usuários de todas as idades.

Com a Folha UNIVERSAL é realizado um projeto para os internos da Fundação CASA.



Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD.
Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)
IURD NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida 
IURD NA FUNDAÇÃO CASA O senhor tem observado mudanças?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura. Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos jovens da Fundação Casa.

Projeto Folha UNIVERSAL na Fundação CASA

domingo, 22 de novembro de 2015

Você faz parte de que grupo nas redes sociais?

Você faz parte de que grupo nas redes sociais?

Veja o que jovens têm feito na internet

 

Como você tem usado o seu tempo na internet? Será que você tem transmitido bons conteúdos? Dois grupos de jovens estão sendo investigados pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), da Polícia Civil de São Paulo, por publicarem comentários racistas na internet – perfis de figuras públicas receberam vários desses ataques.
Embora a internet facilite o alcance a pesquisas, estudos, negociações e a distribuição de um bom conteúdo, muitas pessoas a utilizam para propagar o preconceito contra classes e a intolerância contra ideais, por exemplo.
Segundo a organização não governamental SaferNet Brasil, no ano passado foram registradas mais de 86 mil denúncias de racismo e 4,2 mil de homofobia via web. São tantos casos relatados que as autoridades não podem investigá-los separadamente.
Redes sociais: como proceder?
Contudo, a pessoa inteligente não se deixa levar pela “moda” ou pelo que determinados grupos incentivam nas redes sociais. Ela não é influenciada pelo preconceito distribuído na internet, e nem pela intolerância ideológica.
Entenda que quanto mais pessoas comentam sobre determinado assunto, mais força esse assunto ganha. Por isso, aquele que usa a internet de maneira positiva sabe que só deve se alimentar de boas palavras. A internet permitiu que as pessoas opinassem sobre tudo, então, saiba que a sua atitude virtual tem influência no todo. Um conteúdo bom que você compartilha pode ajudar outras pessoas, e isso constrói uma sociedade melhor.
Se você reconhece que tem usado as redes sociais para promover coisas ruins, reflita por um momento se isso trará algo de bom para a sua vida, ou para a dos outros. Com certeza, isso não tem tornado o seu dia a dia melhor. Então, faça diferente a partir de agora, fale de coisas boas,comece por compartilhar esse texto nas redes sociais e acompanhe o conteúdo doUniversal.org diariamente (convide outras pessoas a fazerem isso também). Assim, você fará algo muito mais importante do que apenas bisbilhotar a vida alheia.

Um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA,oferecido pelas mulheres voluntárias da UNIVERSAL.


 Em em cada primeiro domingo do mes, é realizado pelo grupo de Evangelização UNIVERSAL na Fundação Casa um almoço muito especial e preparado com todo carinho para mães dos jovens internos da Fundação Casa.



O pastor Geraldo Vilhena coordenador de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo inicia o evento orando e depois orientando as  famílias. O problema de seus filhos e extremamente espiritual e só o Senhor Jesus pode liberta-los.


Esteve presente também o BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS. Um bloco composto com vários homens e mulheres que um dia eram traficantes, usuários de drogas, que se libertaram na Igreja Universal do Reino de Deus hoje se tornaram palestrantes ajudando nas escolas e na Fundação Casa de São Paulo.



Amauri começou no mundo das drogas aos 11 anos provou todo tipo de droga em seguida começou no trafico de armas e munição. Permaneceu envolvido no crime por 10 anos, contratava meninos de 11 anos aqueles que eram ágeis ligeiros Era então contratado para trabalhar no trafico o processo e igual até hoje, ele fala que não tinha nenhum sentimento mesmo colando os meninos na frente da batalha. Ele releva acontece é que o espírito da maldade esta dentro da pessoa agindo
Mas quando JESUS CRISTO entra na sua vida seu coração fica limpo
Este espírito do mal sempre age quando você esta possuído pela forças
Do inferno. Fazendo com que o jovem se ache forte, valente.
E se o jovem não se liberta dentro da Fundação Casa e sai da mesma
Forma que entrou, este espírito vai continuar trabalhando para.
Que faça coisas terríveis.









Nelma relata tem hoje 55 anos e ficou por dez anos no mundo das drogas e do crime, tinha. Prazer em roubar e em usar drogas. Consumia todo tipo de droga e logo em seguida para prostituição, era a forma que tinha de sustentar seu vicio. Ganhou muito dinheiro com a prostituição, mas da mesma maneira que ganhava também perdia.
Todo o dinheiro nas drogas. Ela ressalta Como o Pastor colocou no inicio da palestra tudo o que plantamos lá na frente vamos colher. E hoje ela esta colhendo as conseqüências, mesmo estando liberta e entregue sua vida a JESUS CRISTO Esteve de coma por um mês no hospital, as seqüelas ficaram no pulmão. 04 tumores no cérebro, mas está feliz.
Pois hoje ela é liberta e tem o entendimento de todo o processo. 


Algumas famílias choraram de saber o tamanho sofrimento de Senhora Nelma


Robson diz pelo que observamos a historia é sempre a mesma a que muda é apenas o personagem mais o sofrimento é igual para todos que se envolvem nas drogas e no crime. Muitos dos jovens entram neste mundo das drogas por simples curiosidade. Eu comecei a usar drogas aos 14 anos dentro da escola por simples curiosidade e passado um tempo já estava dependente, e para sustentar meu vicio comecei a roubar carro e moto. Quando nos drogamos temos um ar de heroísmo para praticar qualquer delito, mas depois que o efeito da droga passa o vazio é muito grande, nos sentimos um lixo. Infelizmente o encontro com DEUS somente acontece depois de um processo muito doloroso. Quando estava nas drogas e no crime para mim meu DEUS eram as duas pistolas que eu carregava na cintura. Então tive que perder parte de meu corpo para poder tomar uma atitude e deixar o mundo do crime. Quando ele acordou no Hospital sem um pedaço do corpo quem estava ao seu lado era sua mãe. Sua mãe vivia se perguntando onde foi que ela tinha errado na educação dele. Quando estamos nas drogas e no crime não pensamos nas conseqüências e muito menos em nossa família.







Daniela ex-interna da Antiga-FEBEM hoje Fundação Casa, fala sobre a sua experiência na Antiga-FEBEM e seu sofrimento com as drogas.


Marta ex mãe de santo, hoje esta aqui representando a AMC, Associação.
De Mulheres Cristãs. Foi envolvida com os espíritos , fazia as obrigações
E trabalhos na casa dos encostos. Mas chegou um dia que tudo aquilo
Não fazia mais sentido e teve um encontro com JESUS CRISTO.

Ela disse existe sim um força do mal espiritual ligado à pessoa, por trabalhos de bruxaria realizados ou.  Mesmo por maldição hereditária que passa de uma geração em geração.


As famílias ficaram com muito atenção a cada pergunta que o pastor Geraldo Vilhena fazia para os palestrantes e também as respostas dos mesmo.












Depois das palestras o pastor Geraldo Vilhena junto  com os voluntários fizeram uma oração para libertar as famílias dos vícios das drogas.

Para finalizar foi servido um almoço para todas as famílias dos internos da Fundação Casa e outros convidados.















Também cada família receberam uma cesta básica,



Este almoço foi realizado próximo do Templo de Salomão.

Que o Senhor Jesus abençoe a todo