quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Pastor Geraldo Vilhena participa da corrida São Silvestre 2016

Pastor Geraldo Vilhena participa da corrida São Silvestre 2016











UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: Por que o senhor participou da corrida São Silvestre?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Para incentivar os jovens que o esporte de qualquer modalidade nos dar uma saúde física e mental.



UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: Como foi a sua preparação para esta corrida?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Eu treinei três vezes por semana com muita disciplina em terreno com muita subida.



UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: Alguns momentos o senhor desanimou para não fazer esta corrida?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim, mais eu já estava determinado para este evento.


UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: Alguém sabia que o senhor ia participar?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim, mais muitas pessoas não acreditavam



UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: Qual a razão de não acreditarem?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Eu acredito que foi devido a minha idade de 64 anos 


UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: E depois da corrida como o senhor se sentiu?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Muito feliz e agradeci a Deus pela saúde física e espiritual 


UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: O senhor quer acrescentar nesta entrevista alguma palavra?


Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim, quero falar que está vitória com toda a certeza foi do Espirito Santo que me deu força para completar esta prova de 15 km.


UNIVERSAL na Fundação CASA pergunta: 0 senhor está pronta para outra corrida?

Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim com certeza.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Como superar um passado de abusos

Como superar um passado de abusos
Grupo Raabe nas Filipinas recebe prêmio por auxílio a vítimas



Para conseguir amar ao próximo como a si mesmo é preciso colocar-se no lugar do outro, e até mesmo sentir a dor que o outro sente para poder então ajudá-lo. É o que fazem as voluntárias do grupo Raabe no abrigoNayon ng Kabataan, nas Filipinas. O local cuida de meninas de 7 a 18 anos que sofreram qualquer tipo de abuso – físico, sexual, abandono – e também de meninas órfãs.


Uma criança vítima de abuso desenvolve uma perda da autoestima, tem dificuldade de estabelecer relações harmônicas com outras pessoas e passa a ter uma representação errada a respeito da sexualidade. Isso sem contar a possibilidade de se tornar um adulto que também abusa de outras crianças ou com tendência à prostituição.


Por isso, desde maio de 2013, o Raabe desenvolve ações nesse abrigo, tempo também que o grupo atua nas Filipinas. “As ações do grupo são focadas na parte espiritual e em como desenvolver a beleza interior nessas meninas que já sofreram tanto, apesar da pouca idade”, ressalta Aline Munhoz, responsável pelo grupo.


Boas ações merecem prêmio


Este ano, o abrigo celebrou 46 anos e o Raabe foi convidado a participar da comemoração, intitulada “Family Day”. O grupo recebeu um prêmio como reconhecimento à fidelidade e ao compromisso de sempre contribuir, física e espiritualmente, para a vida dessas meninas.


Muitas experiências frutos dessas ações foram compartilhadas. Uma delas é a da jovem J., de 16 anos, que foi diagnosticada com um tumor no cérebro e teria que fazer uma cirurgia. Ela escreveu seu problema em um papel e apresentou em oração em uma das reuniões. Quando voltou ao médico para o check-up, o médico disse que ela não mais precisaria de operação. Ela também relatou que nas reuniões aprendeu a acreditar em si mesma, a se relacionar melhor com as outras meninas do abrigo e passou a ser uma das melhores estudantes em sua classe.



 

A voluntária Beth Capalihan (foto ao lado), de 37 anos, diz que ajudar a recuperar a autoestima dessas meninas contribui para elevar também a sua. “Além dos resultados que vemos na vida das meninas, aos poucos vamos ganhando mais e mais a confiança delas. Isso me ajudou muito a levantar a minha própria autoestima. À medida que vi que mesmo com gestos pequenos estava causando uma diferença na vida delas, isso me ajudou muito a ser uma pessoa mais confiante”, diz a voluntária.


A assistente social do abrigo, Rodalyn Dugong, destaca o impacto das ações do grupo Raabe na vida das meninas abrigadas na instituição. “O Raabe tem sido a família dessas meninas. Promovemos esse evento do“Family Day” e fizemos questão de convidar o grupo mais uma vez para estar presente conosco porque tem feito esse papel de família na vida dessas meninas desamparadas, dando apoio, palavras que motivam e contribuições.”


Indo além dos muros da igreja




O grupo Raabe faz parte do grupo Godllywood, que recentemente visitou o National Children’s Hospital, em Quezon City, também nas Filipinas. As voluntárias levaram bolos, sucos e chocolates para as crianças que estão internadas no local com câncer e outras doenças. Mais do que doações materiais, o primordial foi a fé levada aos pais dessas crianças, que também têm sofrido muito com o problema dos filhos, muitos em estado terminal.


A ação atendeu mais de 60 crianças, ministrando palavras de fé e orações. A diretora do hospital, Epifania Simbul, diz o quanto é gratificante ter o grupo visitando as crianças: “As voluntárias não vêm somente para dar presentes às crianças, mas porque elas, de fato, se importam com os pais, levando Deus para essas famílias.”


“Toda vez que saímos dos limites da igreja podemos ver mais de perto a realidade das pessoas lá fora e, com isso, dar a elas a oportunidade de mudar de vida”, ressalta a voluntária Edel Mora.






SÃO PAULO - Volutários da UNIVERSAL de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regimeom o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há 10 anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.




 

Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a su terra”, finali














sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

0s voluntários da UNIVERSAL, que fazem a obra de Deus na Fundação CASA, desejam a todos um feliz 2017

0s voluntários da UNIVERSAL, que fazem a obra de Deus na Fundação CASA, desejam a todos um feliz 2017





"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança." (Salmos 33 : 12)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Você tem inimigos no trabalho?

Você tem inimigos no trabalho?

O que fazer quando o pior inimigo trabalha ao seu lado?.Levante a mão quem nunca teve conflito com colegas em seu emprego. Se isso acontece nas relações cotidianas entre as pessoas, é de se esperar que ocorra também no trabalho, não é mesmo? Portanto, se você não teve nenhum embate ainda, prepare-se, pois certamente terá. Trata-se de uma ocorrência normal em locais onde se lida com outras pessoas.

Além disso, os especialistas apontam que se você não possui adversários é porque está trabalhando da forma errada. Para a coach e consultora de carreira e imagem Waleska Farias, o bom trabalho pode incomodar alguns colegas e motivar embates. “Eles podem acontecer por diferentes motivos, pois os seres humanos divergem muito em suas ações e seus pensamentos.”
Ela afirma que, nesse contexto, o debate de ideias pode ser até saudável e contribuir para o crescimento profissional e também da empresa, mas é importante estar atento quando esse limite é ultrapassado e surgem colegas dispostos a tudo para tomar o seu lugar, utilizando até os subterfúgios mais baixos.
O que fazer nesse momento?
De acordo com Waleska, é comum determinadas pessoas, por se acharem incapazes e terem necessidade de autopromoção, tentarem estabelecer-se com base na mentira, na intriga e na fofoca, para conquistar atenção e mobilizar grupos. “Mas esse tipo de estratégia não se sustenta ao longo do tempo e pode, inclusive, comprometer a reputação desse profissional.”
Para a consultora, a melhor atitude é fazer o seu trabalho da melhor forma possível e procurar sempre o nível da excelência. “Seja também solidário. Ajude os colegas em suas funções. Isso contribui para preservar a sua imagem e amplia a percepção de valor que as pessoas têm de você.”
Fuja do “disse me disse”
Nem sempre é fácil fugir das intrigas e fofocas, ainda mais quando você se torna o objeto da conversa entre os colegas. “Porém, essa é a melhor alternativa para evitar conflitos desnecessários”, afirma Waleska.
A estudante de pedagogia Jane Albuquerque Rodrigues, de 31 anos, sabe muito bem o que é isso, pois passou por uma situação que testou a sua conduta. Ao participar de um programa temporário do Governo para dar aulas para turmas de 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental em uma escola pública de Teresina, no Piauí, ela se viu envolvida em situações criadas por uma colega de trabalho. “Eu tinha muita empatia com as crianças e fazia meu trabalho muito bem. Sempre chegava com antecedência para dar minhas aulas e isso passou a incomodá-la.”
Ela percebeu que a colega passou a invejá-la e a maldizer o seu nome pelos corredores da escola. “Eu fiquei um pouco chateada com aquilo, mas não me abalei.” Instintivamente, Jane resolveu não partir para o conflito. “Eu mantive a minha educação. Acho que isso até a incomodou mais ainda. Eu continuei fazendo meu trabalho e, inclusive, recebi elogios da diretora da escola”, conta.
Aos poucos, a fofoca foi diminuindo e Jane ouvia cada vez menos comentários a seu respeito. Ela reconhece que isso se deve principalmente ao seu comportamento de controlar-se e não dar armas à adversária. “Nunca falei nada sobre ela. Acho que a verdade prevaleceu”, salienta.
Às vésperas de formar-se, pois está no último semestre do curso, a jovem pretende continuar mantendo a sua conduta e não envolver-se em intrigas e fofocas em qualquer trabalho em que esteja. “Inclusive, a diretora da escola me disse que, se houver oportunidade para que eu participe do programa novamente quando houver vagas, me chamará. Acho que fiz um bom trabalho.”
Para a consultora Waleska Farias, o comportamento de Jane mostra que as organizações empresariais ou públicas estão atentas ao modo de agir de seus colaboradores. “Sem um bom referencial de conduta, não há muita chance de crescer profissionalmente. A excelência das ações conta tanto ou mais que as qualificações técnicas e os maus hábitos demitem”, alerta a especialista.





Neste ultimo domingo, foi realizado, um almoço especial para mães dos adolescentes da fundação casa,
Na Igreja Universal do Reino de Deus – Brás


Os voluntários preparam variados pratos de doces e salgados para oferecer este almoço com a coordenação
Do Pastor Geraldo Vilhena responsável pelo
Trabalho de evangelização nas unidades da Fundação
Casa de São Paulo.











As mães foram trazidas das unidades pelos voluntários
Não só participarem do almoço, mas principalmente.
Do conteúdo passado pela palestra e através de testemunhos vivenciados por ex traficantes, criminosos e ex – drogados. Que hoje estão libertos e sendo conduzidos
Pelo espírito de DEUS levando sua história para libertar
Os que estão cativos nas mãos do mal.

 Pelos testemunhos apresentados pelo Sr. Amauri e Sra. Nelma, que estiveram envolvidos por muitos anos nas drogas , trafico e criminalidade, fica claro que a guerra é espiritual. Existe sempre um espírito do mal agindo por traz da pessoa envolvida com as drogas e criminalidade.


O Pastor Geraldo, dá uma palavra sobre o espírito do engano. Ele diz; porque e este espírito que está agindo na vida de seus filhos ele entra na mente dos jovens que estão.
Vazios da presença de DEUS e encontram passagem livre
Para agir, fazendo com que seus filhos pratiquem o mal.
Fazendo com que acreditem que o que fazem é normal, não conseguem visualizar que estão fazendo mal á outras.
Pessoas e que vão ter que pagar um preço por isto, só que infelizmente a família também acaba sendo envolvida.
Pelo mal que o filho executou. As mães nunca acreditam
Que seus filhos foram usados pelo mal. Mas como o menino é bom, sempre haverá possibilidade para recuperação. A luta é diária contra a ação do mal ,as mães
Devem usar a armas da FÉ fazendo propósitos e correntes
De libertação pela vida de seus filhos. Porque quando aceitamos a Jesus Cristo em nossa vida as perseguições
Aumentam e há somente uma saída usar a FÉ.
Temos sempre que estar com nossa FÉ em cima e deixar os problemas em segundo plano. Todos os dias somos desafiados e devemos estar sempre com o coração limpo
Para não sermos contaminados com a ação do mal.


Após esta mensagem o Pastor Geraldo faz uma oração
Forte de libertação e pede para os obreiros ficar atentos
E orar também pela vida das mães ali presentes.















Em seguida o grupo de Teatro do Brás apresenta a peça
O VALE DA SOMBRA DA MORTE

Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal. 































Ao final desta apresentação as famílias se servem do delicioso almoço, sobremesas, sorvetes e refrigerantes.









Na saída às famílias recebem alimentos da cesta básica 






Os trabalhos do jornal que são feitos pelos adolescentes dentro a fundação casa são dados às mães e também os livros do Bispo Macedo são doados.








E assim encerra mais um maravilhoso evento dedicado
A família dos adolescentes da Fundação Casa, temos.
Plena certeza que a direção e semente foi plantada e

No tempo certo dará muitos frutos para honra e glória do nosso Senhor JESUS CRISTO.